26 de agosto de 2010

Na Luta



Pra quem está na chuva
Não há abrigo. Nem descanso.
A chuva não para porque você está molhado.
Acostume-se com ela, aceite-a.

Conquistando a compreensão
Ela te brindará com a alegria das águas passageiras
Que vem sanear os ambientes

Então, erguendo a cabeça a fim de brindá-la
Verás o arco-íris no horizonte...
Limiar, quando a luz penetra.
É o fim da tempestade.




Texto: L.H.Evangelista
Creative Commons LicenseImagem: reddirtrose


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22 de agosto de 2010

Caminhemos Juntos

Se caiu, te levanta e caminha. E lembra que Deus, em qualquer situação, nunca te negará a oportunidade de recomeçar.

Inúmeros são os "remédios" ofertados pelos transeuntes da estrada junto ao companheiro caído. Para uns é imprecindível levantar-se e alucinadamente verificar quem foi o causador de tamanho acinte. Para outros, permanecer sereno é a diretriz. Outros ainda declaram nunca ter caído antes, e que tal acontecido é um desastre sem volta.

Nada importa. O que realmente tem valor é o que você sente, sabe, e acredita, porém uma certeza podemos ter... continuaremos caminhando. Talvez não no ritmo acelerado que outros professam ser salutar, nem tampouco lentamente como muitos fazem para poder contemplar...

Continuaremos caminhando, é a certeza da vida.

Em uma queda, conforme o estrago causado e a dor sentida, assim se dará proporcionalmente o tempo de repouso e recuperação que, incentivado pelo carinho, atitudes sinceras de fraternidade e interesse real no Bem, colherão os curativos mais eficazes que soerguem a alma de qualquer mortal.


Se te encontras alí, junto de tal viajante, não te esqueças de que amanhã poderá ser tu.
Abraça-o de junto ao peito fraterno, e com olhar firme e generoso, olha-o no fundo dos olhos e diga: Sou teu irmão! E aqui estou pro que der e vier...


Muita Paz.




Texto: L.H.Evangelista (Inspirado no livro - O Essencial, psicografia de Chico Xavier - Ed. CEU)
Creative Commons LicenseImagem: Javanutmom

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13 de agosto de 2010

Rito de Passagem dos Jovens Cherokees

O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho. O filho se senta e fica sozinho no topo de uma montanha a noite toda e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte. Ele não pode gritar por socorro para ninguém. Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem. Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido. O menino está naturalmente amedrontado. Ele pode ouvir toda espécie de barulho. Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele. Talvez alguns humanos possam feri-lo. Os insetos e cobras podem vir pica-lo. Ele pode estar com frio, fome e sede. O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem. Finalmente... Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida. Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele. Ele estava a noite inteira protegendo seu filho dos perigos!!!




Texto: Autor Desconhecido (se você souber a fonte, por favor nos informe)
Creative Commons LicenseImagem: Oswaldo Pieroni


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